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Homem jura que "virou"Gay depois de tomar analgésico , ele disse que a culpa foi do remédio
20/04/2018 - 19h41 em Notícias

Existe uma grande discussão na Medicina e na Psicologia se a homossexualidade seria algo genético ou um tipo de comportamento condicionado pelo meio. Apesar de não haver um consenso de como ela existe, muitos acreditam que não é possível “virar” ou uma coisa ou outra, isto é, tornar-se gay ou hétero de uma hora para outra.

Scott Purdy, de 23 anos, discorda dessa última afirmação. Após quebrar o pé em um acidente de kart, Purdy precisou tomar remédios à base de pregabalina, um fármaco indicado para dores intensas, convulsões, fibromialgia e ansiedade. Segundo o jovem, pouco depois ele parou de se interessar pela namorada, com quem estava há 6 meses, e passou a ter desejos homossexuais.

Desconfiado que a medicação poderia ter feito ele “virar” gay, Purdy parou com o remédio. Os impulsos homossexuais cessaram, mas a dor voltou. Disposto a ter uma vida mais libertadora e livre das dores, Purdy resolveu assumir a nova sexualidade, já que se sentiu tranquilão com ela.

Efeitos colaterais da pregabalina

O próximo passo foi conversar com a namorada, que segundo ele foi bastante compreensiva. “Eu disse a ela: ‘Eu realmente não sei o que está acontecendo comigo. Agora eu gosto de homens e não posso ficar com você’”, explicou o novo gay do pedaço. O mais curioso é que ele também alega que se soubesse antes que “viraria” gay com o remédio jamais iniciaria o tratamento, mas agora que “já aconteceu”, é melhor que continue assim, pois ele está feliz com sua nova orientação.

Scott Purdy namorada há 6 meses quando "se tornou" gay por "culpa" do remédio

Vendida aqui no Brasil sob os nomes comerciais Lyrica (laboratório Pfizer), Prebictal (Zodiac), Prefiss (Farmoquímica), Dorene (Aché), Preneurin (Merck) e Proleptol (Medley), a pregabalina também pode ser encontrada em medicações genéricas e apresenta alguns efeitos colaterais – como toda medicação. Nenhum desses efeitos, entretanto, seria capaz de alterar a sexualidade. Já a diminuição da libido é considerada um efeito raro, atingindo menos de 1 a 10% dos pacientes.

Efeitos colaterais raríssimos, isto é, afetando menos de 0,1% dos pacientes, incluem transtornos de personalidade, delírios e distúrbios do sono. Scott Purdy alega que não está bravo com a medicação, já que ela o libertou e o “tornou” muito mais feliz agora na condição de homossexual. Que coisa, não?

Scott Purdy segura o medicamento que o "libertou" e fez ele sair do armario.

                  Fonte: MEGACURIOSO

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